Formação

Os fenómenos de globalização e tercearização da economia, associados à revolução tecnológica a que assistimos nas últimas décadas, conduziram a uma crescente complexidade e instabilidade da envolvente organizacional. Para assegurarem a sua sobrevivência e desenvolvimento num meio altamente competitivo, as organizações tiveram que repensar e alterar o seu funcionamento, no sentido de adquirirem maior agilidade e flexibilidade para reagir às mudanças da envolvente e aproveitar as oportunidades que esta lhes oferece.

O capital, a tecnologia ou a matéria-prima, a que todas as organizações podem actualmente aceder, deixam de constituir, por si só, uma vantagem competitiva sustentável no tempo. São os recursos humanos que, pelas suas diferenças, inteligência e criatividade, podem proporcionar uma verdadeira vantagem competitiva às organizações. Atrair recursos humanos adequados e competentes e contribuir activamente para o seu desenvolvimento permanente passa, então, a ser o grande desafio.

O reconhecimento do factor humano como um valioso capital da organização, o seu activo principal, confere a cada elemento e ao conjunto um valor que excede em muito a mera execução de tarefas. Compreender o que faz, construir alternativas eficazes e saber aplicá-las adequadamente, perceber o seu contributo para um resultado global são, entre outras, condições absolutamente necessárias para que cada indivíduo enfrente e resolva com êxito as mais diversas situações com que é confrontado no dia-a-dia.

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